Como conciliar a crise econômica com a gestão da cobrança eficiente


Uma preocupação constante para o mundo dos negócios é a incerteza proveniente das oscilações da taxa de inflação no país. Isto porque a previsão de alta inflacionária torna mais caro o custo do capital e dificulta as negociações entre empresas e consumidores.


Entenda com esse artigo a previsão para a taxa inflacionária para este segundo semestre de 2021 e os impactos para a economia do país. Além disso, os critérios que devem nortear um processo de cobrança eficiente e humanizado.


Previsão inflacionária para segundo semestre de 2021 e 2022


De acordo com uma pesquisa da Focus, divulgada pelo Banco Central, o aumento da taxa de inflação se mantém como ocorreu no primeiro semestre deste ano. Além disso, já existe uma estimativa mais baixa para o crescimento da economia em 2022.


O que implica dizer que a projeção do IPCA para fechar 2021 é de 8,45%, sendo que para 2022 já está na conta de 4,12%. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), manteve-se a expectativa de crescimento de 5,04%, mas já prevendo uma queda para 2022.


Desse modo, podemos esperar uma alta inflacionária e uma queda da atividade econômica para 2022. O que é motivo de muita preocupação tanto para o setor empresarial quanto para os consumidores em geral.


É interessante destacar que a meta oficial do governo para a inflação em 2021 é de apenas 3,75% e 3,5% para 2022. Sendo que o governo considera uma variação de tolerância de 1,5 ponto percentual para menos ou para mais.


Em termos da taxa básica de juros, a Selic, ocorreu um aumento de 1 ponto percentual, estando no patamar 6,25% ao ano. Além disso, os economistas consideram que a perspectiva para a Selic continua sendo de 8,25% para este ano e 8,50% para 2022.


E para completar o cenário de crise, o Banco Central divulgou que o aumento da Selic sinaliza para o avanço da proposta contracionista do governo. Isto porque continua com o agressivo ciclo de ajuste monetário para controlar a inflação, que já está difícil de segurar.


Como otimizar a gestão de cobranças em um cenário de crise


Em um cenário de crise com inflação em alta, as empresas necessitam estar gerenciando com mais cuidado as suas contas para não ficar no vermelho. Nesse sentido, um ponto que é de extrema importância é a gestão de cobranças dos clientes inadimplentes.


De fato, independente destes clientes serem consumidores ou empresas é preciso estar alerta para a fragilidade do cenário econômico. Isto porque a inflação alta dificulta o ritmo normal dos negócios e acaba deixando todos em aperto para saldar seus compromissos.


Por isso, uma gestão de cobrança eficiente tem de levar em conta as dificuldades econômicas do país para agir de forma humanizada e eficiente ao mesmo tempo. Assim, é necessário estabelecer condições de negociação tendo em vista a inflação no país.

Principalmente, considerando que as mudanças podem ocorrer a qualquer momento, originadas de um determinado setor da economia. Contudo, para que isso aconteça é preciso manter condições viáveis para que empresas e consumidores continuem operando.


MúltiplaCOB


Apresentamos as previsões de inflação alta para 2021 e 2022 e destacamos como é um momento difícil para todos, tanto empresas quanto consumidores. Pois, é uma situação de muita fragilidade e que precisa preservar as condições de continuidade dos negócios.

Tendo isso em vista, consideramos que uma gestão eficiente de cobrança em cenários de crise deve levar em conta a fragilidade econômica e agir de forma mais humanizada.


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Referências

https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2021/09/27/projecao-para-inflacao-este-ano-aumenta-pela-25-semana-mostra-focus.htm

https://www.fecomercio.com.br/noticia/diante-das-altas-taxas-de-juros-empreendedores-devem-evitar-emprestimos



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